
Márcia Maria Brisa (Vitória, 5 de fevereiro de 1944 - São Paulo, 8 de fevereiro de
2012), mais conhecida como Márcia Maria, foi uma atriz brasileira.
Atriz teve uma hemorragia provocada por um AVC,Nascida Márcia Maria Brisa, em Vitória, no Espírito Santo, em 5 de fevereiro de 1945, Novelas de Marcia maria na antiga Tv Tupi;
bel-Ami -tv Tupi 1972(Hilda)
Mulheres de Areia-tv Tupi 1973(Andreia)
Os Inocentes-tv Tupi 1974(Marina)
Meu Rico Português, tv Tupi 1975(Walquíria)
A Viagem-Tv Tupi 1975(participação em especial ela vivieu Carlota )
Os Apóstolos de Judas tv Tupi 1976 (Marina )
João Brasileiro, o Bom Baiano tv Tupi 1978(Júlia)
Dinheiro vivo -tv Tupi 1979 (Flávia ) Com o fechamento da emissora, Márcia Maria foi contratada pela Bandeirantes e esteve em novelas como “A Deus Vencida” e “Campeão”, ambas nos anos 80. Em 1990, no SBT, vive a Leonor de “Brasileiras & Brasileiros”. Sete anos depois, vive a madre Teresa de “O Direito de Nascer”. E em 2001, interpreta a Rosinha de “Amor e Ódio”. A atriz esteve ainda no “Senta Que Lá Vem Comédia”, da Cultura, em meados dos anos 2000.
Como apresentadora, Márcia Maria comandou o “A Mulher Dá o Recado”, no início dos anos 80, na Record, e o “Festa Baile”, na década seguinte, na Cultura. Além de atriz, era educadora. Márcia Maria morreu quarta dia 8 de fevereiro.
Antes de ser atriz, MÁRCIA MARIA trabalhou na Rádio Nacional, quando criança, e foi garota-propaganda na TV Record, em meados dos anos 60. O primeiro papel viria em “Ceará Contra 007″, em 1965. Três anos depois, atuou em “A Última Testemunha” e “Algemas de Ouro”, até chegar a consagração em “As Pupilas do Senhor Reitor”, vivendo a Guida, todas na Record.
Depois, a atriz foi vista em várias outras produções como “Os Deuses Estão Mortos” e em sua continuação, “Quarenta Anos Depois”, onde viveu avó e neta, ambas na mesma emissora. A chegada na Tupi, onde alcançou a posição de estrela da emissora, viria em 1972 na novela “Bel-Ami”; em 73, participa de “Mulheres de Areia”; e em 74, de “Os Inocentes”. Participou também de produções como “Os Apóstolos de Judas” e da primeira versão de “A Viagem”, além do teleteatro “Estúdio A”.

Lembro ainda dela como Guida, par romântico de Agnaldo Rayol em "As Pupilas". Aos meus 12 anos, era apaixonado por ela, sem falar que a canção "Margarida, doce Guida", cantada por Rayol, foi um tremendo sucesso.
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